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Ana Paula Batista

About Ana Paula Batista

Sou Ana Paula, brasiliense, leonina, alegre, tímida, tagarela, mãe, estudiosa e APAIXONADA pela arte de escrever com luz. Fotografar me faz bem! Adoro retratos, preto-e-branco, sorrisos, olhares, detalhes, expressões, cores, tudo isso, de preferência, com muita luz natural. Fotografar é contar histórias por meio de imagens, guardando-as por gerações. Se você gosta de fotografia, se ajeite na cadeira e aproveite, pois por aqui é o que não falta. Sinta-se em casa! Por aqui você vai se deparar com minhas experiências fotográficas, profissionais e pessoais, e vai ter a oportunidade de saber um pouquinho sobre como eu vejo o mundo.

Um pulo em Brasília

janeiro 14th, 2012

No fim do ano passado recebi umas visitas muito especiais, além das baininhas desse post. Vieram a Brasília um primo de minha mãe de São Paulo com sua família inteira. As crianças eu só conhecia pela internet. Eles estavam com destino à Bahia e resolveram “dar um pulo” em Brasília, conhecer a capital federal. Passaram pouco tempo aqui, mas o suficiente pras crianças quererem vir passar as férias de julho comigo e eu ficar morrendo de saudades.

Em minha família, quando tem um de fora já é o bastante pra juntar também os daqui. Então, essa vinda dos primos de São Paulo se transformou em um mini encontro da Família Spínola Costa. Claro que onde tem a criançada eu tô atrás com minha câmera! Fui fotografando desde o parquinho do restaurante até o passeio em alguns pontos turísticos. E foi uma farra! Me peguei rindo sozinha enquanto editava as fotos e as preparava pra mostrar a vocês, só lembrando das gaiatices dessas meninas.

E esse post é dedicado à aniversariante do dia, Juju (a sapequinha da primeira foto)!

Cauã logo se juntou pra brincar com a Ju.

Sophia também estava! Curtindo um colinho de Gabi.

Esses meninos fizeram uma festa na areia! “Popi, tira foto aqui, vai!!!” E eu respondia “ok, mas areia longe da minha lente, pelamordedeus!!!”

Nathi e Tati.

Fiquei encantada com a beleza dessa mocinha! Como ela é linda, doce e simpática!!! Disse que quer ser minha aluna de fotografia. Prepare-se pra nossas aulas em julho, Nathi.

E mais areia!

A Lu também não resistiu ao parquinho. Ela e a Nathi ficaram muito amigas. =)

“Mãe, fotografa meu Mickey!”

Enquanto isso, Sophia tirava um cochilinho. Quero ver daqui a um ano… ela vai cair na bagunça com a meninada!

Fomos ao Memorial JK. Todo mundo sempre quer tirar foto com esse simpático casal. ;-)

Fomos ao mirante da Torre de TV. Obrigatório pra ver a cidade do alto.

Não podíamos deixar de visitar a Catedral. Todo mundo se encanta com sua simplicidade e arquitetura.

E a maquete no Espaço Lúcio Costa pra entenderem que Brasília é um avião.

Lu tentando achar nossa casinha.

E festa com os pombos da Praça dos Três Poderes!

Não tem cara de sapeca?

Até começar a sessão pulos… a preferida das meninas! Não queriam mais parar.

Até os rapazes caíram na brincadeira.

Gabi também se juntou às meninas na diversão.

Joga o cabelo! Fica descabelada!!!

Havia guitarras imaginárias.

E mais pulos em Brasília.

Júnior, Fátima, Rapha, Nathi e Ju, foi um prazer recebê-los em casa. E uma alegria só passar mais uns dias com vocês na Bahia. As portas estão abertas, viu? Venham mais vezes!

Ju, que Deus te abençoe e te dê muita saúde. Que conserve toda essa sua graça e simpatia. Feliz aniversário!!!

Que venha 2012!

dezembro 31st, 2011

Quando um ano está prestes a terminar, é natural fazermos um balanço geral, avaliando as coisas boas e ruins, o quanto alcançamos daquilo que nos propusemos a fazer, traçarmos metas para o ano seguinte. E fazendo esse balanço rápido, posso dizer que o saldo foi muito positivo! Esse ano foi bom demais pra mim. Não que a vida seja um mar de rosas e que tudo seja perfeitinho. De jeito nenhum! Aborrecimentos e atropelos pelo caminho acontecem. E devem acontecer! É com eles que aprendemos e nos tornamos mais fortes e resistentes. Mas me prendo às coisas boas. Às pessoas incríveis que passaram por meu caminho, às oportunidades que me apareceram, aos trabalhos, às paixões, aos desafios, às farras em família, aos amigos, aos aprendizados, às lições de vida, aos amores vãos.

Na fotografia, tive experiências maravilhosas. Pude fazer parte de momentos especiais de várias famílias, como a celebração de mais um ano de vida de um filho. Presenciei a união de vários casais em matrimônio. Conheci histórias “secretas” nos chás de panela, chás de lingerie, despedidas de solteira.

Contudo, o que mais me marcou nesse ano na fotografia foi testemunhar um verdadeiro milagre da natureza. Foi ver vida brotando diante dos meus olhos. Ouvir o primeiro chorinho de uma criança. Ser uma das primeiras pessoas a vê-la. Presenciar e registrar as lágrimas emocionadas de seus pais. E chorar também. Mostrar pra mãe o que ela jamais veria se não fosse por meu trabalho. E não falo só do nascimento de seu filho em si, mas também do carinho e amor do pai, dos demais parentes ansiosos por uma notícia na sala de espera, da equipe médica presente no centro cirúrgico. Isso, a meu ver, tem um valor imensurável! Fico imaginando essa criança daqui a uns anos vendo as fotos e conhecendo a história de seu próprio nascimento. Sem sombra de dúvida, fotografar nascimentos foi o que mais me marcou na minha curta profissão de fotógrafa. Só tenho a agradecer, de todo o coração, a cada uma das famílias que abriu esse momento tão íntimo pra mim.

Tive experiências pessoais também muito bacanas. Conheci lugares e pessoas diferentes. Até que enfim pude experimentar o famoso fígado com jiló do Mercado Central de Belo Horizonte. E tenho que voltar lá! Comecei estágio na faculdade. Atendi pessoas e fiz alguma coisa por elas. Vi mais do que nunca o valor do conhecimento. Fui mais vezes ao cinema. Chorei de emoção, chorei de raiva, chorei de saudade. Mas ri muito mais! Ri das bobeiras da vida, ri de filmes idiotas, ri dos causos de família, ri de mim mesma. Dancei. Me apaixonei. Criei expectativas com amigos e com amores vãos. Me decepcionei. Estou vendo minha filha crescer e mesmo com a correria do dia-a-dia tenho tentado estar mais presente em sua vida. Tive um ano feliz!

E que venha 2012! Que seja leve. Acho que é isso que eu mais espero… leveza e serenidade. E que o sentimento de querer ser uma pessoa melhor faça parte das atitudes diárias e não apenas desse espírito de fim de ano. É o que desejo a cada um de vocês que me leem. Um excelente 2012 pra todos nós!

Espero no ano que vem conseguir dar mais atenção às minhas fotos pessoais. Me perdi em milhares delas que estão aqui na fila pra triagem e edição. Até que fuçando achei cada coisa bacana. Ri lembrando de cada momento. E achei essa foto do auto-retrato que a Lu tava fazendo. É isso que quero… mais família e mais fotos pessoais. =)

Duas baianinhas perdidas pelo planalto central

dezembro 23rd, 2011

O título desse post devia ser “casa de ferreiro, espeto de pau”. Simples assim!

Nasci em Brasília e sempre morei aqui. Vantagens e desvantagens da capital federal à parte, uma coisa temos que reconhecer: a cidade é LINDA! Diferente de qualquer outra cidade “normal”. Mas nós que moramos aqui nem sempre paramos pra observar suas belezas, o que é mais vergonhoso ainda pra uma fotógrafa brasiliense. Quase que inadmissível! Entrar na Catedral sem ser a trabalho, no Memorial JK ou ainda subir no mirante da Torre de TV são programas que não fazem parte da minha rotina. Deveriam fazer, pois essa é a nossa história!

Agora no fim do ano, recebi umas visitas muito especiais… duas jovens baianinhas super divertidas, perdidas pelo planalto central. Gabriela é minha prima e vem muito a Brasília, mas ou vem muito rápido, ou só fica em nossa casa vivendo a nossa rotina brasiliense (que não inlcui turismo). Renata é amiga de Gabi e estava pela primeira vez na capital. Meus olhos até brilharam quando elas disseram que queriam conhecer alguns pontos turísticos. Só assim pra eu desentocar de trabalho e rotina e curtir um pouquinho a beleza dessa cidade tão encantadora a meus olhos.

Como não poderia deixar de ser, o passeio foi todo registrado. Passear por Brasília, ir a lugares que há tempos não ia, com duas meninas lindas, sorridentes e divertidas, e não levar a câmera seria realmente inadmissível! O tempo estava feio, chuvoso e o céu de Brasília não condizia com sua fama. Mas visitamos o que foi possível, fugindo dos temporais que insistiam em nos acompanhar. E nos rendeu várias risadas e várias fotos também. ;-)

No segundo dia de passeio a chuva deu umas horinhas de trégua. E a Lu nos deu a honra de sua presença. =)

Entre caras, bocas e carões, nos divertimos mais um tanto! Deixei a sessão caretas de fora, pois adolescente… sabe como é, né? rs

Eu tinha que aparecer, né? Nem que fosse só os pezinhos…

Até que a câmera mudou de mãos e eu apareci de verdade!

E a fotógrafa: “vamos lá, todo mundo olhando pro horizonte”. E saiu isso!

Depois, em casa, foi hora de dar notícias pra “mainha”.

A cada lugar que visitávamos, as meninas se encantavam. Apontavam. Sorriam. Suspiravam. E entre uma foto e outra eu ouvia…

“Gente que coisa mais linda!”

“Uau, como a primeira dama era elegante!”

“Vem ver que massa!”

“Que vista mais linda!”

“Se eu morasse aqui viria nesse lago todos os dias!”

“Vou morar aqui!”

E assim, vamos aprendendo a dar valor ao que temos à nossa disposição todos os dias.

Gabi e Renata, esse é um presentinho simples, mas de coração, que dou a vocês. Espero que tenham curtido as fotos, os passeios, as farras, as acomodações. Agradeço muito pela companhia super agradável e divertida de vocês. Voltem mais vezes. A casa está aberta! Só digo uma coisa… a palavra é “que resenha!”

O Sol nas bancas de revista…

dezembro 22nd, 2011

Confesso que se tratando de música sou um pouco saudosista. Pode soar preconceituoso ou coisa de “cabeça dura”, mas acho que hoje em dia não se faz mais música como em outros tempos passados. Pronto, falei! Não sei se por mudanças de contexto histórico e motivações ou se por falta de critério e exigência de quem ouve, ou por pura banalização do amor, do sexo, da humanidade. Quando penso na função da música há alguns anos e hoje vejo coisas não só sem sentido, mas de muito mal gosto, tomando conta de todos, inclusive caindo na boca da criançada, me preocupo um pouco. Mas não é esse o objetivo do post. Sou uma leiga e completa ignorante no assunto.

O ponto é que mesmo eu sendo saudosista, não me prendo com unhas e dentes aos intérpretes. Me agrada muito ver novos talentos fazendo releituras de ícones da nossa música. Acho que eles trazem muita coisa boa pra quem não viveu em certas épocas. Não sou daquelas mães que proíbem o filho de ver certos programas ou de ouvir rádio pra evitar as porcarias que estão espalhadas por aí. Muito pelo contrário! Esse contato vai existir uma hora ou outra. Faz parte da cultura do momento. Mas que me alegra muito ver minha filha cantarolando Caetano, isso eu confesso! E como ela conheceu as músicas do Caetano? Somente de ver que eu gosto? Com certeza, não. Quem colocou Caetano no repertório da minha filha foi Maria Gadu!

A primeira vez que ouvi Maria Gadu no rádio pensei logo que seria uma artista de música de novela. Daquelas que fazem sucesso no primeiro CD e não conseguem passar daí. Mas fui conhecendo um pouco mais, fui a um show dela e mudei redondamente de opinião. A garota tem talento! Quando vi que se juntou a Caetano e que estavam fazendo turnê, já fiquei ligada na data em que estariam em Brasília. Seria um oportunidade perfeita de rever Maria Gadu e não só de ver o Caetano ao vivo e a cores, mas também de levar a Lu pra conhecer um dos grandes nomes da música brasileira e um dos novos talentos musicais que já caiu na nossa admiração.

Lá fomos nós. Não deu pra sentar muito na frente, pois o ingresso da área VIP estava muito muito caro. Tenho algumas ressalvas a fazer sobre isso, mas aqui não é lugar nem momento. De qualquer forma, a câmera em punho. Visualmente, o que eu quis registrar foi mais a mudança de cores das luzes, pois não tinha cenário elaborado, outros músicos ou performances e expressões teatrais. Somente os dois ali, voz e violão. E bastou. E foi ótimo! Eles cantaram. Ele saiu. Ela cantou. Ele voltou. Eles cantaram. Ela saiu. Ele cantou. Ela voltou. Eles cantaram. Eles saíram. Eles voltaram. E eu amei!

Pra mim o ponto alto foi Alegria Alegria.

“O Sol nas bancas de revista

me enche de alegria e preguiça

Quem lê tanta notícia?

Eu vou…

Por entre fotos e nomes

Os olhos cheios de cores

O peito cheio de amores vãos

Eu vou… por que não? por que não?”

E depois ver a Lu cantarolando Vaca Profana valeu e muito o ingresso!

O show tem que continuar

dezembro 16th, 2011

Fiquei sabendo que o grupo feminino Toque de Salto se apresentaria no Feitiço Mineiro, um bar muito do simpático que sempre tem ótimas atrações musicais, além de comidinhas maravilhosas. Eu que adoro um samba, garanti logo minha mesa. Então, mais uma vez, de maneira despretensiosa e sem compromisso, levei minha câmera por amar fotografar o universo musical. Tentei enfrentar as luzes e o resultado vocês verão logo mais.

Na semana anterior ao show, Sandra Borges, vocal e violão do grupo, sofreu um acidente em outro estado e não poderia se apresentar. Baita responsabilidade a de Mônica Borges, Silvana Moura e Marise Pinheiro… o show tinha que continuar! E com a presença de alguns convidados o Toque de Salto arrepiou e não deixou a peteca cair.

Mônica Borges no chocalho e vocal. Silvana Moura na caixa e vocal. Marise Pinheiro no surdo e vocal. Além das meninas do Toque de Salto, Agilson Alcântara no violão. Helena Pinheiro no cavaquinho, vocal e tamborim. Amanda Costa no pandeiro e vocal. E mais convidadas: Cris Pereira, Ana Reis e Juliana Rodrigues. Não tinha como uma receita dessas dar errado!

Um pouquinho antes de começar o show eu cantarolava um samba que adoro. Aí qual é a música que abre o show? Exatamente! “Eu sou o samba. A voz do morro sou eu mesmo, sim senhor…”

Mais uma vez essas talentosas meninas fizeram o Feitiço Mineiro vibrar, tremer, arrepiar, sair do chão, gritar, aplaudir. Até ouvi um fã entusiasta dizer “e quem é Dorival perto do Toque de Salto?”.

E o show continuou…

Sandra, sentimos falta da sua linda voz, viu? As meninas fizeram bonito, mas assim como nós fãs, também sentiram muito a sua falta.

 

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